Financiamento de energia solar: quais são as opções disponíveis?
O valor de entrada costuma ser o que mais trava a decisão de instalar energia solar — mesmo quando a conta chega a economia de até 95% no médio prazo. Financiar o sistema é a forma mais comum de resolver esse descompasso entre o investimento inicial e o retorno, que só aparece nos meses seguintes.
Tipos de linha de crédito mais comuns
Hoje existem linhas de crédito específicas para energia solar em bancos, cooperativas de crédito e fintechs, geralmente com prazos mais longos do que um empréstimo pessoal comum — em muitos casos de 36 a 120 meses — e às vezes com carência de alguns meses antes da primeira parcela.
Também existem consórcios voltados a energia solar (sem juros, mas sem previsão certa de quando a carta é contemplada) e, para quem já tem outro imóvel financiado ou quitado, linhas com garantia real que costumam ter juros mais baixos.
Como comparar propostas de financiamento
O número que importa não é só a taxa de juros mensal, é o CET (Custo Efetivo Total) — ele já embute taxas, seguros e tarifas administrativas, e é o jeito correto de comparar duas propostas de bancos diferentes.
Vale também comparar o valor da parcela com a economia mensal estimada na conta de luz: quando o sistema é bem dimensionado, é comum que a parcela do financiamento fique próxima — ou até menor — do que o valor que você deixa de pagar à CEMIG todo mês, o que na prática significa financiar o sistema com o dinheiro que ele mesmo está economizando.
Como a Lar Solar ajuda nessa etapa
Antes de fechar qualquer proposta, ajudamos a avaliar as linhas de crédito e financiamento disponíveis no mercado para o seu perfil — essa análise faz parte do estudo de viabilidade que entregamos, para que a decisão leve em conta o custo real do dinheiro, não só o valor do sistema.
